Sobre

Luciana Rabelo

Luciana Rabelo, ganhadora de alguns prêmios, visionária, hoje se dedica exclusivamente à sua paixão: a arte de fotografar.

 

O Início

 

Profissional na área da construção civil, graduada pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais – CEFET/MG – e empresária desde 2000, Luciana Rabelo encontrou na fotografia, a partir de 2004, uma verdadeira paixão. Desde o mesmo ano, a convite do crítico de arte e membro da ABCA/AICA, Pierre Santos, integra sua equipe, contribuindo com fotos para livros seus e para a construção do site ArteBH.com.br, o que levou seu trabalho a ser conhecido no País e fora dele.

Determinada e observadora, tem tido grande desempenho no meio da arte, registrando e catalogando a obra de pintores mineiros dos primeiros tempos da Capital, bem como outros contemporâneos, entre eles Guignard, Guido Bolleti, Miguel Gontijo e outros. A visitação à obra deles fez com que se desenvolvesse seu senso crítico-artístico e estético, hoje marca registrada em suas fotos.

A arte

 

Visão jornalística

Em 2005, pôde acrescentar às experiências de fotógrafa uma importante visão jornalística, período em que passou a contribuir com fotos de variados tipos para o conceituado jornal O Estado de Minas.

Em 2008, foi destaque no Road Show, promovido pela Photo Marketing Association International PMI/Brasil, em Belo Horizonte, e, em 2009, teve seu trabalho divulgado em matéria exclusiva, no MGTV da Rede Globo Minas.

Luciana Rabelo, ganhadora de alguns prêmios, visionária, hoje se dedica exclusivamente à sua paixão: a arte de fotografar.

 

O reconhecimento

O mestre

A Arte de Fotografar

“Há alguns anos atrás, Luciana Rabelo, então recém formada em desenho técnico no setor da arquitetura, descobriu – não por acaso, pois a tanto já tendia – o complicado caminho da fotografia, enveredando-se por ele e neste mister encontrando e aperfeiçoando o foco de seus interesses profissionais, porém fazendo-o corajosamente com entrega e paixão. Lembro-me bem de que, naquele início, quando já havia feito, com aplicação, um curso de fotografia, conversou comigo a respeito daquela inclinação, mostrando seu encantamento por aquilo que havia descoberto. Então, minhas primeiras providências foram presenteá-la com um belo livro sobre a matéria, que estava em minha estante, na esperança de que, em suas mãos, ele seria mais útil do que nas minhas (eu não estava enganado), e, como num desafio, convidá-la a fazer algumas fotos para documentação de livros que escrevia na época, o que aceitou de bom grado. Assim, levei-a a fazer tomadas de obras artísticas existentes no Palácio da Liberdade, na Praça da Estação e em outros logradouros públicos, bem como nos Museus Mineiro, Abílio Barreto e de Arte da Pampulha. O resultado surpreendeu-me agradavelmente e, desde então, nunca mais pude prescindir do trabalho profissional desta exímia fotógrafa, nas pesquisas para os meus trabalhos, principalmente para o livro sobre Alberto da Veiga Guignard, a ser lançado em breve (quase todas as fotos ali incluídas são suas), como ainda para coberturas de exposições que sempre faço.

Meu interesse no concurso de Luciana Rabelo para os meus textos decorreu do fato de que, desde aquela fase inicial, pude detectar na aplicação profissional desta moça algo mais do que simples resultados que qualquer bom fotógrafo consegue em suas realizações. Pude detectar algo mais que vai além da atenção e do cuidado com que se deve trabalhar no ramo, e esse algo mais se chama arte. Luciana é uma verdadeira artista com a máquina fotográfica nas mãos, o olho atento no motivo, dele extraindo, de maneira até mágica, a essência da expressividade. É por isto que dá gosto folhear os seus albuns de casamento, outro ramo em que também se especializou, nos quais encontramos noivas de inefável beleza em ambientes tão bem captados.”

Pierre Santos